A Nova Intolerância: Quando ser cristão se torna um alvo



Vivemos tempos em que defender princípios, valores familiares e a fé cristã passou a incomodar muita gente. Há pessoas que demonstram verdadeira aversão a evangélicos, cristãos e conservadores — não por causa de suas ações, mas por causa daquilo que acreditam. São indivíduos que, em nome da “liberdade de expressão”, atacam quem pensa diferente, principalmente quando esse “diferente” representa valores morais e espirituais que eles rejeitam.

É claro que, como em qualquer grupo humano, existem aqueles que desonram a própria fé — os “laranjas podres”, como costumamos dizer. Assim como há maus políticos, maus professores, maus advogados e maus policiais, também há pessoas que usam a religião para esconder suas falhas e se aproveitar da boa-fé alheia. Mas isso não significa que todos sejam iguais. Generalizar é uma forma covarde de alimentar o preconceito.

O problema é que muitos dos que se dizem “tolerantes” acabam se revelando os mais intolerantes. Criticam, zombam, ironizam e tentam ridicularizar quem professa a fé cristã. E o fazem com uma certa arrogância disfarçada de “liberdade de pensamento”. São os novos fariseus da modernidade: apontam o dedo, mas escondem suas próprias contradições.

É fácil ver isso nas redes sociais e nos grupos de WhatsApp — gente que, dia após dia, tenta descredibilizar pastores, fiéis e todos aqueles que defendem a família, a moral e os valores bíblicos. Não percebem que, ao fazerem isso, tornam-se exatamente aquilo que dizem combater: intolerantes.

Ser cristão não é ser perfeito; é ser alguém em busca de viver com integridade e fé num mundo cada vez mais relativista. É defender princípios que sustentam a sociedade desde a criação: o amor, a verdade, o respeito, a honestidade e a família. E quem escolhe zombar disso, na verdade, não está atacando pessoas — está atacando os fundamentos da própria civilização.

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